Quando

A procura tornou-se um mero assimilar de estereótipos
à força da transformação diária
um pouco no trabalho
um pouco na televisão
e com ela apaga-se a capacidade
da deriva e escrever os
mapas do grande desconhecido
onde estão os velhos tempos
do jazz e dos beatniks
das comunas e das greves gerais
dos longos cabelos e de encontrar deus
das longas barbas e do amor nas palavras
dos rasgões e da raiva exteriorizada
da surpresa e da identidade
no homem?

onde estão os defensores e
os combatentes do inimigo comum?
o que aconteceu ao nosso plano
que cultivava nervoso miudinho
educado nas noites das substâncias?
o que nos aconteceu a nós?
e onde está o mundo que vislumbrámos?

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